
Ramallah (UNA/WAFA) – O presidente do Conselho Nacional Palestino, Rouhi Fattouh, afirmou que a decisão das autoridades de ocupação israelenses de assentar e registrar terras ocupadas de Jerusalém no cadastro de terras israelense (Tabu) até 2029 faz parte de operações de limpeza étnica e confisco de propriedades..
Em um comunicado divulgado pelo Conselho Nacional na quarta-feira, ele acrescentou que a Resolução nº (3792) completa a política de confisco de terras e viola todas as leis internacionais, expondo assim os palestinos aos riscos de deslocamento. .
Fattouh salientou que a decisão das autoridades de ocupação é a forma mais perigosa de impor a soberania pela força e de terrorismo de Estado, constituindo um ataque direto aos direitos legais e históricos do povo palestino, bem como uma tentativa sistemática de legitimar o roubo de terras e transformar o crime colonial numa realidade documentada e irreversível..
Ele salientou que essa abordagem emprega leis racistas e fraude jurídica organizada para confiscar propriedades e deslocar à força os habitantes de Jerusalém, em flagrante violação do direito internacional e das normas de proteção das populações sob ocupação. Constitui também limpeza étnica e crime de guerra, pelo qual Israel tem plena responsabilidade legal e política..
Fattouh apelou à comunidade internacional para que tome medidas urgentes a fim de pôr fim a estas violações e garantir a proteção dos direitos do povo palestino em suas terras.
(Eu terminei)



